Hideup


08/04/2006


É chegado o momento de falar de meus amigos. Amigo é uma palavra que pode ser usada raramente. No meu caso, a direciono apenas a três pessoas: L., R. e G. Não posso dizer o mesmo de J. Não consigo me decidir se afinal o que sinto por J. é amizade, desejo ou amor. Acho que o mais provável é que seja um sentimento novo, ainda não descrito, ainda não sentido. Sei o que é amizade: sou amigo de L., R. e G. Sei o que é desejo: o meu maior foi por I. Sei o que é amor: o meu maior foi por P. Mas não o que sinto por J.

L. é uma pessoa muito boa. O único problema é que ele, por ser tão bom, tem "amigos" demais e, por isso, tem dificuldade em reconhecer quem são os verdadeiros. Até hoje, creio que ele não percebeu o quanto sou seu amigo, mas isso não tem importância. É claro que gostaria de poder contar mais com ele, mas o excesso de "amigos" o deixa muito ausente com seus verdadeiros amigos. Apesar disso, é (ou foi) meu amigo mais importante. Devo muito a ele e fico dividido entre a torcida para um dia poder pagar o que lhe devo, como forma de mostrar minha gratidão, e a torcida para jamais ter que lhe pagar o que devo, por não querer que nada de mal lhe aconteça, jamais.

R. é uma quase-incógnita. É uma pessoa exintrovertida. Na verdade não sei exatamente o que passa por sua cabeça. Só sei que merece o adjetivo de amigo. É quem me fez a melhor declaração de amizade que recebi até hoje.

G. é uma menina legal. É meio avoada e inconstante em suas opiniões, uma verdadeira tempestade ambulante, mas é extremamente fiel a seus amigos. Foi quem melhor demonstrou sua amizade por mim até hoje.

Ah, sim, também tem a R., que prefiro chamar de L., do que ela não deve achar muita graça, mas é tão doce, tão gentil, tão amiga, que nunca se permitiu demonstrar contrariedade pelas minhas brincadeiras. A princípio estava me esquecendo de citá-la, mas é porque nem a considero como amiga: considero-a como uma irmã mais nova. Por isso fica combinado assim: a chamarei de minha irmãzinha nessas desabamórias.

Ainda falta falar sobre a J., mas essa, por não ser uma amiga, e sim uma irmigamada será tema de outro post.

Escrito por Hyde às 06h45
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Não consegui. Não só não trabalhei absolutamente nada trasantontem (que palavra horrível!!!), como não trabalhei anteontem, nem ontem, nem hoje. Realmente estou desanimado. E o fato de ter perdido tudo o que já tinha feito, por um maldito erro do Office não ajudou em nada. Mas eu juro que trabalharei amanhã.

Escrito por Hyde às 06h18
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05/04/2006


Agora vou trabalhar. Com licença, mas preciso defender meu bemaldito mestrado. Depois eu falo sobre meus amigos, especialmente sobre uma amiga...

Escrito por Hyde às 04h13
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Não importa quem sou. Na verdade, nada importa. Escrevo apenas pra desafogar e pra não ter que mandar e-mails pra mim mesmo. Não vou ser literário. O objetivo aqui não é fazer graça ou fingir sentimentos, muito menos ser aplaudido como um grande escritor, que não sou. Adoro meu trabalho, mas estou de saco-cheio. Sinceramente não sei se tenho forças pra exercê-lo. Gostaria de viver só em meu canto, trabalhando sossegadamente, mas o mundo não é assim. Nem pra trabalhar no Pólo Norte seria assim.

Na verdade, a vontade que tenho é dar um tiro na cuca, mas me falta arma e coragem. Por isso escrevo. Por isso e pra não mandar e-mails pra mim mesmo. Seria o cúmulo da falta de bom-senso...

Escrito por Hyde às 04h11
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